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o que a sociedade impõe como verdade absoluta.





CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988

[...]

Art. 5º - Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

[...]

IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;

[...]

IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;

[...]

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Espíritos Livres

A ignorância é preferível ao erro, e está menos afastado da verdade aquele que não acredita em nada do que aquele que acredita em algo errado.” (Thomas Jefferson)

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São Gabriel, RS, Brazil
Militar do Exército Brasileiro formado pelo Escola de Saúde do Exército, Bacharel em Direito pela URCAMP, blogueiro, ATEU, livre pensador e filósofo por natureza. Procuro o equilíbrio através do conhecimento. “Pareceis inteligente de tal forma que, no dia em que errardes, sereis visto como irônico.”

terça-feira, 5 de julho de 2011

O Livro de Eli (The Book of Eli)


                                                                                                   
                                                                                                    Por Marcos Joel


Para quem gosta de um filme que tem duplicidade de entendimento, o filme O Livro de Eli, com seu personagem principal, Eli (Denzel Washington), um viajante solitário o qual faz de tudo para proteger “O” livro que mudará o destino dos sobreviventes na terra, ou seja, a Bíblia Sagrada, é um prato cheio.
A história se passa em um futuro não muito distante no qual a humanidade sofre as consequências por não cuidar da Terra, onde falta tudo: comida, saúde, segurança e o principal … água. Por todo lugar o perigo espreita a todos e Eli tem a nobre missão de proteger o livro sagrado e seguir a ordem que uma voz em sua mente comanda: para que siga para o oeste.
Eli vaga por “30 invernos” eté chegar a uma cidadela, que é comandada por Carnegie (Gary Oldman), onde mantém um exército de vândalos sustentado por seu bar e regados a água, álcool e mulheres.
Um dos poucos homens letrados que sobreviveram ao cataclisma que dizimou a população do planeta 30 anos antes, Carnegie está em busca de um determinado livro, que pode expandir sua esfera de dominação a uma escala inimaginável. Não tarda para que ele descubra que o estranho que está passando por seus domínios carrega o que pode ser o último exemplar dessa obra.
Está montado todas as peças de xadrez no tabuleiro. De um lado Denzel Washington, o mocinho, que tem a honrosa missão de proteger o último exemplar da Bíblia, e mantém a esperança de transmitir seus conhecimentos ao resto da população sobrevivente. Por outro lado, aparece o bandido, Gary Oldman, que pretende usar dela para aumentar o domínio sobre seus súditos, já que quase ninguém mais sabe ler.
Em primeira instância compreende-se que Eli tem a pretenção profética de salvar o restante da humanidade trazendo o conforto da palavra de Deus, aferecer luz a suas vidas e conduzir seus sobreviventes para a salvação. O filme traz, em suma, este entendimento direcionado.
Mas pode-se compreender sua mensagem de uma outra forma. Carnegie, o bandido, com toda a sua biblioteca particular, mantinha sua cidade em plena ignorância, não transmitindo seu conhecimento, ciente de que assim detinha o contole sobre eles. Seu maior triunfo seria possuir o último exemplar da Bíblia, para então manipular definitivamente toda a massa em sua total insipiência.
Pode-se perceber que, de fato, o importante não é a transmissão do conhecimento a população com a finalidade de aparente liberdade – a realidade é que ninguém é totalmente livre, assim como o é aplicado e vivenciado hoje em nossa sociedade, onde a “grande massa” é manipulada como marionetes por quem está no poder. Se a “manada” não detém conhecimento, não possui educação, fica fácil a sua condução. Além disto, a disseminação “da palavra” de um ente superior, criador dos céus e da terra, conhecedor do presente, passado e futuro, a quem não tem o hábito de pensar, de questionar e se satisfaz com explicações retiradas de apenas um único livro, o qual foi escrito por um pequeno grupo de profetas e apóstolos analfabetos ou semi-analfabetos, é de fácil absorção. O que de fato importa é o poder de controle da massa popular sem a sua resistência.

Altamente recomendável apreciá-lo. Mas sob um olhar crítico.

Inversamente proporcionais são o poder que tem a manipulação através das palavras e a detenção dos instintos que nos privam da comum inteligência.” Vitor C.
Religião é uma coisa excelente para manter as pessoas comuns quietas.” Napoleão Bonaparte, imperador Francês

quarta-feira, 22 de junho de 2011

CAGARAM NO PROCESSO


                           A 1ª câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo negou provimento a apelo interposto por um homem que "defecou sobre os autos do processo, protestando contra a decisão dele constante". O homem respondia a um processo crime, perante a 5ª vara Criminal da Comarca de Jaú/SP, e teve como proposta a suspensão condicional do processo mediante algumas condições, dentre elas o comparecimento mensal em cartório. Por várias vezes ele cumpriu esta condição.

                  No entanto, quando do último comparecimento, solicitou ao funcionário os autos do controle de frequência para assiná-los. Em seguida pediu para que todos se afastassem, abaixou-se em frente ao balcão de atendimento, arriou as suas calças e cagou sobre os autos, inutilizando-os parcialmente. Segundo relatório do desembargador Péricles Piza, "não bastasse isso, acintosamente, teria passado a exibir o feito a todos os presentes". Para o magistrado, ficou evidente ao réu a deliberada intenção de protestar contra a decisão constante dos autos, mas ele ressalta que "a destruição dos autos, defecando sobre eles, não é meio jurídico, lícito ou razoável de protesto".


Para ler o acórdão na íntegra, clique AQUI.

Acontecimentos reais retirados do livro “Desordem no Tribunal”.


Advogado: Qual é a data do seu aniversário?
Testemunha: 15 de julho.
Advogado: Que ano?
Testemunha: Todo ano.
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Advogado: Essa doença, a miastenia gravis, afeta sua memória?
Testemunha: Sim.
Advogado: E de que modo ela afeta sua memória?
Testemunha: Eu esqueço das coisas.
Advogado: Você esquece … Pode nos dar um exemplo de algo que você tenha esquecido?
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Advogado: Que idade tem seu filho?
Testemunha: 38 ou 35, não me lembro.
Advogado: Há quanto tempo ele mora com você?
Testemunha: Há 45 anos.
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Advogado: Qual foi a primeira coisa que seu marido disse quando acordou aquela manhã?
Testemunha: Ele disse, “Onde estou, Bete?”
Advogado: E por que você se aborreceu?
Testemunha: Meu nome é Célia.
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Advogado: Seu filho mais novo, o de 20 anos …
Testemunha: Sim.
Advogado: Que idade ele tem?
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Advogado: Sobre esta foto sua … o senhor estava presente quando ela foi tirada?
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Advogado: Então, a data de concepção do seu bebê foi 08 de agosto?
Testemunha: Sim, foi.
Advogado: E o que você estava fazendo nesse dia?
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Advogado: Ela tinha 3 filhos, certo?
Testemunha: Certo.
Advogado: Quantos meninos?
Testemunha: Nenhum.
Advogado: E quantas eram meninas?
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Advogado: Sr. Marcos, por que acabou seu primeiro casamento?
Testemunha: Por morte do cônjuge.
Advogado: E por morte de que cônjuge ele acabou?
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Advogado: Poderia descrever o suspeito?
Testemunha: Ele tinha estatura mediana e usava barba.
Advogado: E era um homem ou uma mulher?
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Advogado: Doutor, quantas autópsias o senhor já realizou em pessoas mortas?
Testemunha: Todas as autópsias que fiz foram em pessoas mortas …
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Advogado: Aqui na corte, para cada pergunta que eu lhe fizer, sua resposta deve ser oral, Ok? Que escola você freqüenta?
Testemunha: Oral.
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Advogado: Doutor, o senhor se lembra da hora em que começou a examinar o corpo da vitima?
Testemunha: Sim, a autópsia começou às 20 h e 30 min.
Advogado: E o sr. Décio já estava morto a essa hora?
Testemunha: Não … Ele estava sentado na maca, se perguntando porque eu estava fazendo aquela autópsia nele.
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Advogado: O senhor está qualificado para nos fornecer uma amostra de urina?
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Advogado: Doutor, antes de fazer a autópsia, o senhor checou o pulso da vítima?
Testemunha: Não.
Advogado: O senhor checou a pressão arterial?
Testemunha: Não.
Advogado: O senhor checou a respiração?
Testemunha: Não.
Advogado: Então, é possível que a vítima estivesse viva quando a autópsia começou?
Testemunha: Não.
Advogado: Como o senhor pode ter essa certeza?
Testemunha: Porque o cérebro do paciente estava num jarro sobre a mesa.
Advogado: Mas ele poderia estar vivo mesmo assim?
Testemunha: Sim, é possível que ele estivesse vivo e cursando DIREITO em algum lugar!

LEI MÁRIO DA PENHA




Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos


LEI Nº 11.069, DE 25 DE JULHO DE 2009.
Regulamenta o direito e as obrigações entre os casais e dá outras providências.



O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:


Art. 1º Todo desejo do marido é uma ordem.
Parágrafo Único - É obrigação da esposa adivinhar todos os desejos do marido.

Art. 2º Fica assegurada à mulher a liberdade de expressar sua opinião.
I. O marido não é obrigado a ouvi-la.
II. Caso a opinião possa ser aproveitada, o marido assume automaticamente a autoria da mesma.

Art. 3º É facultado a esposa dizer a última palavra, desde que seja 'sim senhor', ou termo equivalente.

Art. 4º É facultado ao marido conviver em regime matrimonial com tantas mulheres quantas as que ele possa sustentar. (Vetado)

Art. 5º É dever da esposa que trabalha, ou que tenha fonte de renda de qualquer natureza, entregar toda remuneração ao marido, para que este o administre com a inteligência que somente a ele é peculiar.

Art. 6º Ficam garantidas, semanalmente, cinco noites, duas manhãs e três tardes livres para:
I.o marido jogar futebol;
II.beber com os amigos ou;
III.qualquer atividade exigida por sua condição dominante e provedora.
§ 1º Em caráter compensatório, pode a mulher assistir por três vezes semanais, a sua escolha, uma telenovela noturna, desde que não coincida com o horário jornalístico ou dos esportes.
§ 2º Aplica-se a primeira parte do parágrafo anterior somente se todo o trabalho doméstico estiver dentro dos conformes estipulados pelo marido.

Art. 7º A partir desta data, a esposa ou assemelhada, mesmo que eventual, passa a ser chamada de MULHER, e esta poderá, caso permitido pelo marido, tratá-lo por TU, porém, somente em seu lar ou em situações reservadas, sendo defeso tal referência em público, onde o tratamento deverá ser, obrigatoriamente, SENHOR MEU MARIDO.

Art. 8º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.



Brasília, 10 de Agosto de 2010; 188º ano da Independência e 121º da República.


LUIZINHO INÁCIO LULÁCIO DA SILVEIRA

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Deus não é GRANDE - Como a religião envenena tudo


Deus não é Grande. Christopher Hitchens. Um garoto e uma professora. Ele, estudioso da Bíblia, nove anos, horrorizado com as declarações dela: “Deus foi generoso porque fez as árvores e gramas verdes em vez de roxas e laranjas”. Foi o início da jornada do jovem Christopher, hoje jornalista famoso e polêmico, para desvendar um dos maiores mitos dos últimos milênios: a Religião.
Fundamentado em seus questionamentos, críticas, vivências e pesquisas, racionalmente concluiu : “A Religião Envenena Tudo”. Suas afirmações dissecam os alicerces da crença monoteísta, desmitificando sua origem, seus mitos, suas lendas, seus personagens. Desde o início do livro, suas palavras causam impacto. “A religião é fraude mental e mal moral. A religião mata”. E sustenta sua tese, anulando os pilares da religião: a Bíblia e seus protagonistas: Deus, o filho de Deus e seus profetas.
A religião fala de uma bem-aventurança pós-morte, mas usurpa o poder neste mundo. E mata! Guerras, conflitos e crueldades são citados e descritos. Nomes são cunhados - sempre no comando da destruição do ser humano: EM NOME DE DEUS! A partir daí, cada sub-tema tem seu destaque. Com certa ironia, faz uma digressão sobre os alimentos proibidos que ajudam a distorcer a visão de mundo de suas “ovelhas” (fiéis). “O céu odeia presunto!” O prejuízo à nossa saúde está caracterizado pela oposição aberta de papas, padres, irmãs, pastores, mestres e fiéis contra cientistas inspirados e iluminados. Por exemplo, indo contra à aplicação de vacinas - hoje se imunizam pessoas; contra o uso de preservativos (contribuindo para a disseminação da AIDS).
Num paradoxo absurdo, religiões permitem que uma mulher seja sentenciada e estuprada por um bando, para espiar um crime de seu irmão. Desígnio de Deus? Também há ordem divina para molestar crianças indefesas, circuncidar meninos, fazer oblação dos lábios e clitóris de meninas, num afronta à dignidade do ser humano? Sexo é pecado! Desígnio de Deus?! E, no entanto, afirmam que Deus projetou o homem (perfeito) com sexo, mas, ao mesmo tempo, impingiu-lhe o pecado original. Paradoxo ridículo!
As alegações metafísicas da religião pintaram o quadro impressionista mais excêntrico que um talentoso pintor poderia criar. Tudo negro, limbo - teoria doentia, dor, sofrimento, martírio, tortura e morte - marcas da Inquisição, durante séculos. Enquanto isso, teólogos discutiam o comprimento das asas dos anjos! Mais um paradoxo no cerne da religião. Os três grandes monoteísmos hipnotizam os “mamíferos”, fazendo com que se consideram seres abjectos, ajoelhados, temendo e tremendo diante de um deus raivoso, com mãos sujas de sangue dos sacrifícios humanos. E justificam: “a vida em si é algo pobre”. Acrescentam eles: a astrologia dá esperanças! O universo conspira para realizar o desejo de seus “filhos”!
Estupidez e egoísmo, prepotência e falsa amizade instruem mentes. Não é em vão que a teoria de um projetista, tão compenetradamente afirmada por ela, dilui-se diante de um deus raivoso e ciumento, fazendo da Terra, “um projeto penal e um manicômio”. Como se defender? Como argumentar? A religião odeia a razão! Citando Lutero: “A razão é a meretriz do diabo, que nada faz a não ser difamar tudo o que Deus diz e faz!” Mas eles dizem que têm razão!
Uma conversa com Darwin esmaga os argumentos religiosos sobre a origem do homem. Criacionismo versus Evolução. E surge o primeiro problema: inventar Deus. Fatos inusitados aguçam alguns “raciocínios”. Por que Deus se manifestou tão poucas vezes a indivíduos analfabetos e semi-históricos em épocas sem informação? Por que o imperador Constantino - talvez 300 anos depois - instituiu a religião, baseada em “plágios de plágios, de um ouvir dizer de um ouvir dizer...?” Sem esquecer a falsificação de documentos, queima de outros, e sem prova de qualquer acontecimento! Por que pecados dos pais são lançados sobre os filhos? Por que Deus ainda instrui seus seguidores em como comprar ou vender escravos, comprar e vender suas filhas? E temos ainda o “olho por olho, dente por dente... não deixarás viver as feiticeiras - mulheres torturadas, morte na fogueira... durante séculos! E a preferência de Deus por virgens?!
E assim se sucederam, e se sucedem, os sacrifícios humanos. Abuso infantil. Quantos traumas causados pela fé em mentes indefesas! É terrorismo moral, manipulação indevida, crueldade. Bilhões de dólares são gastos pela igreja em processos de pedofilia. Como que por magia, abracadabra!, e foi criado o inferno! “Não creias em mim e serás condenado ao inferno” disse Jesus. Punição eterna! Dante escreveu a Divina Comédia - com as descrições das punições eternas, e na arte.
Pois, no dia-a-dia, os religiosos, em posição servil, pedem perdão. MEDO! Descrevem tão bem o inferno, mas não têm a lucidez de descrever o paraíso! Não, a religião não torna o homem bom, pois a fé é cega, segundo seus ...“líderes?” É uma aventura decifrar nosso universo, com seus mistérios e grandiosidades, excentricidades e enigmas, livre da pecha de pecadores, conscientes do valor da vida aqui e agora. É essencial a liberdade, que pressupõe a razão, o conhecimento científico. “É necessário conhecer o inimigo”.




Disponível em: < http://pt.shvoong.com/books/1777032-deus-n%C3%A3o-%C3%A9-grande/ > Acesso em 17 junho 2011.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Dinâmica de grupo


Numa dinâmica de grupo, foi feita a seguinte pergunta para três alunos do Curso de Direito:
O que você gostaria que falassem de você no seu velório?
O 1º disse:
- Que eu fui um grande Advogado que levou a justiça a todos e um ótimo pai de família.
O 2º disse:
- Que eu fui um homem maravilhoso, excelente pai de família, e um desembargador que influenciou o futuro do país.
Aí o 3º arrasou:
- Gostaria que eles dissessem:
"OLHA, ELE ESTÁ SE MEXENDO..."

Direção Perigosa? Acalme-se.